APAZIGUANDO A ALMA
Vou desafiando o tempo
Lutando com minhas dúvidas
E seguindo sempre atento
Nas duvidas busco as palavras
Vasculho velhos rascunhos
Presos a alma ao longo da estrada
Penso, rascunho e escrevo
Em versos despretensiosos
Achem me louco, eu me atrevo
A vida é as vezes silente
Outras bem mais turbulenta
Mas nunca menos intensa
As palavras ainda me permito
No coração esperançado
Entre as dúvidas e sonhos,
insisto
Escrevo, se não houver calma
Assim vou apaziguando e
Sarando as dores da alma
Miranda

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