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sábado, 23 de março de 2019

MORA NO TEMPO


A FELICIDADE E O AMOR
Onde mora mesmo a felicidade
Se não anda junto com o tempo?
Consigo carrega as verdades...
O que não ameniza os sofrimentos
Se não mora com o tempo
Como saber onde habita
Se com ele passa a maldade
Deixando sem esperança a felicidade,
Só quem chega é ódio e angustia,
Ser feliz quem mesmo acredita?
A gente só gosta mesmo é da alegria
Amizade, Amor e muita euforia,
A gente quer mesmo é viver tranquilos,
Quem quer viver sofrendo dia, noite todo dia?
A gente quer mesmo é belo,
Quer fartura e harmonia,
Mas para dizer a verdade,
Tem faltado até a sabedoria!
A gente ainda vive a espera,
Vive buscando no tempo,
Que essa tal felicidade
Um dia erre o caminho
E chegue na casa da gente
E nos deixe a Sabedoria
E que a ela a gente se apegue
E nunca mais deixe ir embora
Pois se tudo o tempo levar
Com sabedoria faz-se escola
Já pensou conter da vida o amargor
E se deixar com o Tempo aprender
Que na vida se abre ferida e causa dor
Mas a sabedoria ao pranto faz entender
Que quem cura as feridas é somente o Amor.

Qualquer dia e num instante,
Quando parecer que a esperança é morta
Quando quebrando o silencio
A felicidade batendo a porta
Dizendo agora é com o senhor Tempo
Pois ser feliz é para gente que tem o AMOR!
Miranda



terça-feira, 19 de março de 2019

O AMOR EXISTE?!


QUEM INSISTE AMAR?!

Cada dia mais me pergunto se o amor existe?

Desde muito se falam em contos, poemas e músicas sobre o amor.

A pergunta é: como descartar relacionamentos?

Como abrir mão do contato, do abraço e de um afago?

Mas seria mesmo possível sermos felizes para sempre?

 

Embora saiba que a convivência cria desgastes,

gera bondade e criam vínculos,

Mas também ao afastar-se, mesmo por necessidades,

cria uma saudade e seus estímulos!

Somos seres gregários, não podemos vivermos solitários...

 

...mais uma constatação que:

O amor existe,

Que a convivência cria vínculos eternos,

E só assim descobri que é possível ser feliz para sempre!

Desde que chegou em meu caminho,

Trazendo um jeito próprio de viver e ser feliz,

Sempre enxugando minhas tristezas e despertando minhas alegrias.

Chegou na hora certa, encheu de gozo meu caminho!

E que voes livre por trilhas certas, meu lindo passarinho!

Pois o amor só pode existir se for livre e puder alçar voos,

E sempre no pós trilha retornar aos braços de quem insiste amar

Miranda

quinta-feira, 14 de março de 2019

UMA DOR


CHAMADA SAUDADE

 Saudade é a alma que grita,

Sentindo falta ou solidão.

Saudade é a dor sentida,

Em companhia da solidão.

É quando o amor tá aceso,

E quando a paixão não acessa.

O objeto do amor foi...

 

Saudade é um passado amado,

Numa paixão que não passou.

É desprezar o momento que machuca,

E não vê no depois uma ajuda.

Só sabe que houve ponto de partida,

Talvez faltou uma despedida,

Por isso a dor fica enrustida.

 

Seria saudade uma forma de engano?

Seria um sentir que insiste e nem mais existe?


Saudade deveria chamar-se masmorra,

Ou não seria um prender até que morra?

Saudade essa dor de quem ficou atrás...


O amargo gosto de fel, que na boca sempre traz!

Se há alguém que gosta da saudade, nunca amou!

 Porém a saudade só existe, pois existe o amor!

Miranda

sexta-feira, 8 de março de 2019

ÉS MULHER


NÃO ÉS PESONAGEM


Seu papel foi escrito

Tudo está bem descrito

E não és mera personagem

Não é uma simples passagem

Tudo que na vida tens vivido

Pois nem tudo, se quer, fora dito

E mesmo por tudo que tens passado

Segue firme, esguia, segues amando

Nunca demonstra o sofrimento

Na dor segue e a faz pavimento

E mesmo se não tem todo controle

Segue firme, não desiste e faz-se forte

Sempre em frente, confiança total

Nunca importa, se a fazem bem ou mal

O que importa é que sabe se reinventar

Se quiserem, que aprendam a lhe interpretar

Sabe ver-se no espelho

Tem multidões de conselhos

É um ser que beira a perfeição

Alterando a história e deixando lições

Ela nunca mendiga amor

Não lhe basta uma flor

Por todos os seus feitos

O que elas merecem é todo respeito

Miranda

“Vocês, que vão emergir das ondas
Em que nós perecemos, pensem,
Quando falarem das nossas fraquezas,
Nos tempos sombrios
De que vocês tiveram a sorte de escapar”
– BERTOLT BRECHT

Entre 1911 e 1914, o Dia Internacional das Mulheres foi comemorado em datas diferentes do mês março. Apenas a 8 de março de 1917, com o início da greve das tecelãs de São Petersburgo que impulsionou a Revolução Russa, esta data foi consagrada como o Dia Internacional das Mulheres. No entanto, organizações internacionais – como a ONU e a UNESCO – demoraram mais de 50 anos para reconhecer a data, e só o fizeram por pressão e insistência dos movimentos feministas.


Relembrar os caminhos que levaram a instituição dessa data é um modo resistir. Hoje, é importante impedir que o conteúdo emancipatório desta data seja substituído por um significado edulcorante e conveniente ao sistema capitalista.
O capitalismo não age sobre os movimentos emancipatórios unicamente com a intenção de eliminá-los: pretende sempre incorporá-los, esvaziá-los de significado e potência revolucionária para transformá-los em produtos.