MEUS PESARES
Nessa vida de dilemas
o que pensar?
Por qual estrada se deve
andar?
Viver é como rio que não
pára de correr
Curvas surgem abruptas
sem que as veja
Se quer dá-se conta - desnorteia
Há que se entender cada mudança
E a cada mudar há discrepância
Chega e sai num piscar d’olhos
E na mesma rapidez deixa imbróglio
E assim vai-se na vida como passageiro
A passos curtos em dias ligeiros
A vida assim segue seu curso
São nossa a escolha de percurso
Na partida vislumbra-se o destino
A chegada será o que seguiu construindo
Na jornada sempre terá o dia mal
Anomalias segue a vida
E segue-se a esperar
E sem que se espere
Chega o dia d
E tudo muda
E muda tudo...
Miranda

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