CADÊ A MÃE GENTIL
O Brasil que mora em mim
Vive a chorar todo dia
Um choro que não tem fim
Por toda sorte de covardia
A muitos a desigualdade cresce
A poucos aumenta-se privilégios
Onde a maioria empobrece
A elite é o próprio sacrilégio
Se quer tem a preocupação
Com a educação, cultura e arte
Promovem a segregação
A violência em toda parte
Somente a educação
Para nos desanestesiar
Que aprendamos a lição
E não paremos de lutar
Não vamos nos omitir
Não podemos nos sujeitar
Diuturnamente insistir
Aprender e reeducar
Na pátria que nos pariu
Não dá para ficar no lamento
A pátria deve ser mãe gentil
Não nosso algoz e tormento
Miranda

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