A MORTE SEMPRE VELOZ
Chega apressada, dá uma desculpa e
diz que foi infarto...
Tira de nós aquele que não abriríamos
mão!
Leva sem despedida, se quer um abraço
ou um punho cerrado!
Estava em casa, não podia viajar, nem
tinha um roteiro.
Até que chega a notícia carregada de dor,
que agora perdemos o nosso Eliezer de tantas lutas!
Uma dor que nos deixa impotentes,
arranca-nos os movimentos...
Nos remete a tantos momentos importantes,
como querendo trazer de volta o passado!
A dor que nos corta é pungente, o
choro que deprime sufocante...
Um enorme vazio no coração, parece que fora arrancado - saudade que é eterna...
dum amigo, dum companheiro, dum mestre!
Sua voz silenciou, mas seus feitos
eternizados...
Suas falas vívidas na memória -
"palavras tem conteúdo"!
Eliezer companheiro PRESENTE!
Miranda

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