SILENCIAR, POR
VEZES É O MELHOR DISCURSO
Por vezes reagimos agressivamente e sempre buscando a
auto-defesa - agindo assim dificilmente mudaremos devido achar-nos sem a
necessidade de mudança – em-si-mesmado!
Quando apontam as nossas faltas, ou criticam algo que diz
respeito a nossa índole, comumente reagimos com justificativas que não altera
nada em nós nem no inquisitor!
Ao justificarmo-nos e não sentir o efeito, geralmente
buscamos fazer ao outro a crítica como auto-defesa e como meio de nos sentirmos
melhores – que não esqueçamos, em nenhuma hipótese, que nada importa quem o
outro seja, e queira lá o que faça, justificará as nossas faltas.
Devido um sentimentalismo exacerbado, podemos transformar conversas corriqueiras em críticas pessoais e agressivas. Pois essa facilidade de sermos influenciados nos impedem de perceber que há em nós conflitos internos, devido nossa autoestima que nos mantém acriticos, há também o desejo de externar nossas virtudes, para que reconheçam o nosso valor por sermos em-si-mesmados!
Precisamos nos dar conta de, que, algo que pensem ou diga sobre nós, jamais mudará o que de fato somos, pois, nosso valor não depende do que pensam ou falam de nós.
Devido um sentimentalismo exacerbado, podemos transformar conversas corriqueiras em críticas pessoais e agressivas. Pois essa facilidade de sermos influenciados nos impedem de perceber que há em nós conflitos internos, devido nossa autoestima que nos mantém acriticos, há também o desejo de externar nossas virtudes, para que reconheçam o nosso valor por sermos em-si-mesmados!
Precisamos nos dar conta de, que, algo que pensem ou diga sobre nós, jamais mudará o que de fato somos, pois, nosso valor não depende do que pensam ou falam de nós.
Ao sairmos em defesa própria, a cada comentário que
pensamos ser maldoso, nossa atitude não vai alterar o que somos
verdadeiramente. Pelo contrário, é bem possível que nossas respostas deixem
nodoas na imagem que os outros têm de nós.
Então que sentido tem começar uma discussão exaltada onde nós seremos os prejudicados!
Será que a satisfação que sentiremos ao fazê-la é tão grande que compensará o baixo conceito que terão de nós?
Não é, por acaso, melhorar em nós esse conceito ao qual buscamos no outro?
Daí a grande questão – deveríamos usar o silencio como o grande discurso de quem somos?
Quem sou deve gritar tão alto, que não preciso nada dizer ao meu respeito!
Então que sentido tem começar uma discussão exaltada onde nós seremos os prejudicados!
Será que a satisfação que sentiremos ao fazê-la é tão grande que compensará o baixo conceito que terão de nós?
Não é, por acaso, melhorar em nós esse conceito ao qual buscamos no outro?
Daí a grande questão – deveríamos usar o silencio como o grande discurso de quem somos?
Quem sou deve gritar tão alto, que não preciso nada dizer ao meu respeito!
MIRANDA
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