Ser ou parece, ser
Vestes linho, na essência em trapos...
Vestida de momentos, na eternidade tecida,
Farrapos de risos, lágrimas a esvoaçar,
Na sinfonia cósmica, a eternidade a dançar.
Na eternidade, em trajes desiguais,
A alma dança entre universos imortais.
Veste farrapos, como estandartes do ser,
Tece o eterno em cada pano a tecer.
Na trama cósmica, onde estrelas se entrelaçam,
A alma baila, em farrapos que abraçam.
Nas dobras do infinito, roupas desfeitas,
São memórias, afetos, nas constelações perfeitas.
Com harpejos celestes, a dança persiste,
Em cadência cósmica, onde o ser existe.
Farrapos de experiências, na eternidade bordados,
A alma dança, em versos eternamente entrelaçados.
Na dança cósmica, são eternos réus...
No palco celeste, em trapos bordados.
Não são roupas finas, mas histórias vividas,
Cada farrapo, lembranças coloridas.
Ter...
Não ser...
Pare-cer!
Miranda

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