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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

TOCA DA ONÇA





LONGE, MAS PERTO

O chão que pisei,
Terra que me encantei,
Mesmo que lá não nasci,
Lá cresci, lá eu vivi!

Lá foi meu chão,
Até hoje a lembro com emoção!
Lá tive irmãos, lá tive instrução (Chinha, Tenói, Ligio, Pereira e tantos outros...)
Lá tinha/tenho amigos, lá está meu coração! (Muitos já se foram outras sempre os revejo)

Lá construí laços, (Grandes amigos (a) que são inesquecíveis os que citar representará todos)
Por lá sempre eu passo.
Vou alimentando a minha saudade,
Para retornar seja qual for a idade!

Lembro das Malvinas
Lá parece que foi sina
Onde quase houve uma guerra
Para tomarem aquelas terras!

Nessa batalha sobrou só a nossa casa,
Maquinas, jagunços, armas...
Resistir era o que restava,
Apoio foi o que não faltava

Ilustres como Zé Vitorino e Neto...
Isso para que tivéssemos um teto,
Isso para que hoje fique registrado
Em Jaguaquara quase teve luta armada!

Por isso as Malvinas nasceu e resistiu!
Neste cenário Seu João Miranda insistiu
Sendo o primeiro morador, esse foi seu troféu,
Ali ele foi um marco, Malvinas foi o seu céu!

Ajudou na formação do bairro,
Tinha um jumentinho operário,
Onde a todos com água, pedras,
Sisal e lenha servia.

Foi muito sofrido para mim,
Era eu quem o "pilotava" para todos.
Foi também muito gratificante para mim,
Ver a alegria naqueles rostos.

Sempre que retorno aquela cidade
Quanta recordação me invade
Quantos momentos bons na memoria,
Quantas saudade, tanta historia!

Tantos amigos queridos,
De tantos já esquecido,
De outros tantos lembrados,
Quanta gente no peito guardado!

Essa é minha Malvina querida,
Da minha Jaguaquara amada!

E gente querida vivendo nessa história de memórias...

Vou citar alguns representando aos demais – Paulinho, Gil, Nego, Déi, Tó, Tina, Elienes, Aliene, Jocilene, Luciene, ah e como esquecer Aninha, “pequenina” sempre trazendo e levando recados, muito esperta, sempre alerta, Ana, Ana! Como lembro de tempos bons – mas por lá também apareceu uma paulistinha que me roubou e tirou de lá!

Se sinto saudades?

Se sinto falta?

Se mantenho contatos?

Então...

Sou humano...

Essa toca da onça tem história e ainda hoje faz história...

Jaguaquarense de coração!

Miranda

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